Feliz 2016, pessoas!
Cá estou eu (provavelmente, um pouco atrasada) para fazer uma avaliação das minhas leituras em 2015 e falar sobre o que eu estou planejando para 2016.
Em 2015 li quase a mesma quantidade de livros que li em 2014, por mais que a minha intenção não fosse ler tanto assim. Por outro lado, creio que os livros que li foram de maior "qualidade", ainda que tal critério seja estritamente subjetivo. Eu li de tudo: desde romance histórico, como a série que li da Lisa Kleypas, até terror, como o clássico "O Exorcista". Além disso, passei a incrementar as HQ's e mangás às minhas leituras, o que tem sido bem divertido.
2015 também foi o ano em que eu tive a minha primeira ressaca literária, o que me fez parar de ler por mais de um mês. Foi f***, mas também aprendi a controlar mais o meu ritmo.
Bom, não sei se tem O melhor livro que li em 2015, pois li grandes e excelentes livros. Mas, com certeza, a quadrilogia "Divergente" foi uma grande decepção e está no rol dos piores livros que li na vida. E, sinceramente, o último livro intitulado "Quatro" é totalmente dispensável. Portanto, car@ leitor@, não sei deixe enganar por essas propagandas de editoras que vendem o livro na base de ilusões.
Agora, listar os livros bons-excelentes-maravilhosos que li é uma tarefa difícil, de tal modo, que terei que listá-los por ordem cronológica de leitura, uma vez que não existe um melhor dentre eles:
Uma coisa boa é que li livros de escritores da nova geração nacional e fiquei feliz por estarem escrevendo bons livros. Aliás, a qualidade é tanta que fiquei impressionada. Não que os escritores brasileiros não escrevam coisas boas, ao contrário, a produção nacional é belíssima. Mas, por serem "primeiros livros", é impressionante a qualidade e maturidade na escrita desses três. Por isso, eles são mais que indicados aqui no meu blog e sempre serão bem vindos. O primeiro que li foi "Em Janeiro", do Caio Bersot (esse já tem opinião no blog, é só clicar aqui). Os outros dois são: "Ovelha: Memórias de um Pastor Gay", do Gustavo Magnani (portal Literatortura) e "Sorriso da Hiena", do Gustavo Ávila. Em breve, escrevei sobre os dois últimos aqui no blog.
Cá estou eu (provavelmente, um pouco atrasada) para fazer uma avaliação das minhas leituras em 2015 e falar sobre o que eu estou planejando para 2016.
Em 2015 li quase a mesma quantidade de livros que li em 2014, por mais que a minha intenção não fosse ler tanto assim. Por outro lado, creio que os livros que li foram de maior "qualidade", ainda que tal critério seja estritamente subjetivo. Eu li de tudo: desde romance histórico, como a série que li da Lisa Kleypas, até terror, como o clássico "O Exorcista". Além disso, passei a incrementar as HQ's e mangás às minhas leituras, o que tem sido bem divertido.
2015 também foi o ano em que eu tive a minha primeira ressaca literária, o que me fez parar de ler por mais de um mês. Foi f***, mas também aprendi a controlar mais o meu ritmo.
Bom, não sei se tem O melhor livro que li em 2015, pois li grandes e excelentes livros. Mas, com certeza, a quadrilogia "Divergente" foi uma grande decepção e está no rol dos piores livros que li na vida. E, sinceramente, o último livro intitulado "Quatro" é totalmente dispensável. Portanto, car@ leitor@, não sei deixe enganar por essas propagandas de editoras que vendem o livro na base de ilusões.
Agora, listar os livros bons-excelentes-maravilhosos que li é uma tarefa difícil, de tal modo, que terei que listá-los por ordem cronológica de leitura, uma vez que não existe um melhor dentre eles:
- Amor Nos Tempos do Cólera, do Gabriel Garcia Marquez
- 1984, de George Orwell
- As Vinhas da Ira, de John Steinbeck
- Desonra, de Coetzee
- Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado
- O Sol é Para Todos, de Harper Lee
- Vidas Secas, de Graciliano Ramos
- O Exorcista, de William Peter Blatty
Uma coisa boa é que li livros de escritores da nova geração nacional e fiquei feliz por estarem escrevendo bons livros. Aliás, a qualidade é tanta que fiquei impressionada. Não que os escritores brasileiros não escrevam coisas boas, ao contrário, a produção nacional é belíssima. Mas, por serem "primeiros livros", é impressionante a qualidade e maturidade na escrita desses três. Por isso, eles são mais que indicados aqui no meu blog e sempre serão bem vindos. O primeiro que li foi "Em Janeiro", do Caio Bersot (esse já tem opinião no blog, é só clicar aqui). Os outros dois são: "Ovelha: Memórias de um Pastor Gay", do Gustavo Magnani (portal Literatortura) e "Sorriso da Hiena", do Gustavo Ávila. Em breve, escrevei sobre os dois últimos aqui no blog.
Para fechar um pouco dessa análise de 2015, é com muita tristeza que falo que alguns livros deixei pelo meio do caminho. Sabe aqueles momentos em que você lê um livro mas percebe que ele não apareceu em nossa vida no momento certo? Pois bem, acho que foi isso que aconteceu com esses livros. Para não aumentar a minha vergonha, não quero listá-los por cá, mas apenas falar de dois, cuja leitura retomarei em 2016, quais sejam: "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, e "Anna Kariênina", de Liev Tolstoi. São clássicos da literatura brasileira e russa e que, com certeza, serão retomados esse ano, espero que ainda no primeiro semestre.
E o que nos aguarda em 2016?
Um futuro de muitos clássicos pela frente. Lembrando aquele ditado "A vida é muito curta para ler livros ruins"... Pois bem, esse ano será o ano dos calhamaços, people! E, com isso, provavelmente a minha lista de livros será bem menor do que nos anos anteriores, o que não faz mal, pois o que importa é a qualidade e não a quantidade. ;)
Olha só, para início de conversa, informo a vocês que me meti em duas "grandes enrascadas". Primeiro, entrei no projeto da Tatiana Feltrin de leitura dos livros do Liev Tolstoi, a começar pelo imenso "Guerra e Paz". Se você quer saber mais sobre o projeto, o link está bem aqui. Eu pretendo ir conversando com vocês sobre esse livro aqui no blog semanalmente e a hashtag que irei usar para o projeto é #LendoTolstoi. No entanto, não satisfeita, eu também resolvi participar do Projeto de Leitura Coletiva #LendoOsMiseraveis, promovido pelos blogs Livro&Café e Subindo o Telhado, onde provavelmente leremos esse clássico do Victor Hugo até início de abril. Sobre este projeto, também pretendo fazer postagens semanais aqui no blog. Vamos na fé!!
Ainda sim, eu meio que escolhi 12 livros que, com toda certeza, lerei esse ano, sendo cada livro correspondente a um mês. O livro do mês de janeiro já comecei (in love com Capote! <3). Os livros escolhidos são os seguintes:
#12 Livros para 2016:
- Janeiro: A Sangue Frio, de Truman Capote
- Fevereiro: Ilíada, de Homero
- Março: Tirante O Branco, de Joanot Martorell
- Abril: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley
- Maio: Ulisses, de James Joyce
- Junho: Doutor Fausto, de Thomas Mann
- Julho: Odisseia, de Homero
- Agosto: E O Vento Levou, de Margaret Mitchell
- Setembro: Os Irmãos Karamazov, de Fíodor Dostoiévski
- Outubro: O Cemitério, de Stephen King
- Novembro: Eneida, de Virgílio
- Dezembro: O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas
Será que conseguirei sobreviver? Hahaha!
A ideia de ler grandes (literalmente) clássicos e poucos livros é porque esse ano terei que me dedicar mais aos estudos, portanto, lerei bem menos. Também sei que devo aqui muitas opiniões sobre livros e espero colocar tudo isso em dia... algumas ideias fervilham na minha mente, mas preciso de tempo para colocá-las em prática.
Obrigada pela sua companhia e paciência em 2015! Um 2016 cheio de excelentes leituras!
Um beijo e até mais! ;*











